Descrição
O MPF diz que, entre abril e dezembro de 2014, o então senador Gim Argello (PTB-DF) integrou "de modo consciente e voluntário" uma organização criminosa "que tinha por objeto a prática reiterada de crimes de cartel, fraude às licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos no contexto da Petrobras, associando-se aos administradores das empreiteiras OAS, Odebrecht, Toyo Setal e UTC, os quais já estão denunciados ou condenados".